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A Aluplast Ibérica, com mais de 40 anos de experiência no mercado e reconhecida pela sua aposta contínua na inovação, pela capacidade de antecipar tendências e pela adaptação permanente às necessidades dos clientes, partilha conosco a sua visão sobre o setor através de três questões:

  1. Como acompanham a constante inovação e sustentabilidade do setor?

Durante os últimos 20 anos, quando um cliente final procurava uma janela, exigia sobretudo eficiência energética. O nosso departamento de I&D+i respondeu a essa necessidade, desenvolvendo janelas com um desempenho energético extraordinário.

Agora surge um desafio ainda maior: os clientes procuram uma janela sustentável sem abdicar da eficiência energética. É neste contexto que os nossos técnicos são chamados a encontrar soluções inovadoras. Na Aluplast, acreditamos que não existe liderança sem inovação. Contudo, inovar por si só não é suficiente; é igualmente essencial saber comunicar essa inovação ao mercado.

A sustentabilidade é um conceito complexo de demonstrar, sobretudo porque abrange todas as áreas da empresa. Ao contrário da eficiência energética, que está diretamente associada ao produto, a sustentabilidade estende-se a toda a organização.

Na Aluplast, a sustentabilidade não se limita ao produto final. Os processos, as operações e o aprovisionamento desempenham um papel fundamental na obtenção de resultados alinhados com os critérios de sustentabilidade exigidos. A utilização de energia de origem sustentável nas unidades de produção e a seleção de materiais mais leves e menos volumosos, que contribuem para a redução dos custos logísticos, são dois bons exemplos desta abordagem transversal à sustentabilidade.

Tudo isto tem de ser comunicado ao mercado. É precisamente neste momento que a certificação emitida por uma entidade independente se torna mais importante do que nunca. É aqui que o CLASSE+ começa a assumir um papel de destaque.

  1. Defina a importância da reabilitação do edificado como resposta à atual crise energética.

Num contexto de melhoria das envolventes dos edifícios como ferramenta para reduzir a fatura energética, é fundamental que todos os intervenientes nestes processos conheçam as características e o desempenho real dos produtos que instalam. Só com a devida transparência, arquitetos, engenheiros e restantes técnicos poderão antecipar com rigor as poupanças energéticas resultantes dessas intervenções.

Desta forma, seremos capazes de demonstrar que a reabilitação não representa um custo, mas sim um verdadeiro investimento. Um investimento que contribui para reduzir o impacto dos custos energéticos nas habitações, diminuir os consumos energéticos globais do país e gerar poupanças significativas. Simultaneamente, permite aumentar de forma substancial o conforto e a qualidade de vida nos nossos lares.

  1. Que vantagens a implementação da etiquetagem CLASSE+ trouxe para a vossa empresa?

Todo o esforço desenvolvido pelos fabricantes de vidro, pelos fabricantes de janelas, e até pelos instaladores para disponibilizar janelas de elevada qualidade, perde valor se não formos capazes de o comunicar de forma clara ao mercado. Para a maioria dos clientes, e para além da complexidade dos argumentos técnicos, é muito difícil distinguir os diferentes níveis de eficiência das soluções disponíveis.

O CLASSE+ traz transparência a este processo. A etiqueta energética, um verdadeiro cartão de identidade da janela, permite aos consumidores compreender de forma simples e intuitiva qual a solução que melhor responde às suas necessidades, quais as características mais relevantes do produto e quais os seus níveis de desempenho, tudo isto num ambiente de confiança.

Estes são os principais benefícios da etiquetagem das janelas: transparência e confiança. Este valor acrescentado, embora intangível, complementa o produto físico e constitui uma mais-valia que muito devemos ao sistema de etiquetagem CLASSE+.

Aquilo que para nós já é uma prática natural e consolidada continua, contudo, ausente em muitos países. Trata-se de uma ferramenta simples, mas de enorme impacto, que coloca o mercado português na vanguarda da certificação e da informação ao consumidor neste setor.

Conteúdo traduzido do original em espanhol.

 

Lisboa, 06 de Novembro de 2026